Principais Características das Mulheres Empreendedoras

Diversas pesquisas têm indicado que o empreendedorismo feminino tem vindo a aumentar devido ao simples fato das mulheres possuírem características naturais que as favorecem nesta vertente.

Não se trata de dizer que as mulheres são melhores do que os homens, mas que o empreendedorismo feminino traz para a área empresarial, algumas características natas das mulheres que têm um impacto bastante positivo no dia a dia dos negócios.

  1. As mulheres empreendedoras prestam mais atenção a detalhes, são intuitivas e muito sensitivas, características que melhoram o seu desempenho na gestão de negócios;
  2. As empreendedoras tendem a aliar as principais características femininas, como sensibilidade, intuição e cooperação, com atitudes como coragem, determinação e iniciativa;
  3. Mulheres tendem a investir mais em formação;
  4. As mulheres empreendedoras procuram muito mais informações sobre o negócio que pretendem abrir do que os homens;
  5. As mulheres empreendedoras, na sua grande maioria, costumam ser mais atenciosas e cuidadosas com os clientes, o que cria um cenário propício à fidelização dos mesmos, criando assim um negócio com uma base sólida e duradoura de consumidores;
  6. Finalmente, as mulheres tendem a conciliar melhor suas atividades profissionais com as atividades pessoais, o que dá mais estabilidade ao negócio, uma vez que problemas pessoais não têm tanto impacto sobre o dia a dia da empresa.

7 dicas para criar o nome perfeito para a sua empresa

Escolher um nome para um novo negócio é algo que gera muitas dúvidas. O nome vai ser a sua identidade, como o negócio vai ser conhecido e vai ser algo que vai acompanhar ao longo do tempo.

Para pequenos negócios muitas vezes de trabalho em casa, é um custo muito difícil de assumir. Mas há algumas técnicas que podem ajudar a dar esse primeiro passo para definir o nome do negócio. 

1 – Pense na Identidade do Negócio
Primeiro pense se o seu negócio fosse uma pessoa, quais seriam as suas caraterísticas? Crie uma lista que possa servir de guia.

2 – Inspire-se na sua estratégia
O nome da empresa reflete o que a empresa é e onde quer chegar, deve pensar no presente, mas também no futuro.
Evite nomes que falem de coisas muito datadas ou que sejam restritas demais. Tendo em conta qual é o segmento, a área de atuação da empresa. Negócios de artesanato e alimentação podem ter nomes mais criativos, negócios de consultoria ou de saúde, por exemplo, podem exigir algo menos informal.

3- Faça uma associação de sobrenomes
Pode-se usar a combinação de sobrenomes, partes de um sobrenome com uma palavra ou uma sigla que represente o sobrenome. Vale para sobrenomes diferenciados, que sejam fáceis de o público lembrar e de escrever e que não tenham nenhuma conotação negativa.

4- Crie uma associação direta
Pense em nomes que estejam diretamente ligados ao que o seu negócio Vale também faz. pensar em opções em outros idiomas. Uma associação direta é sempre de mais fácil recordação pelas pessoas.

5- Faça uma associação indireta criativa
Use a criatividade e pense em termos indiretos que remetam a ideia principal do seu negócio. Cuidado para não criar algo tão distante ou complicado que vai ter que se exolicar às pessoas o que o nome significa.

6- O nome pode ser registado?
Antes de definir o nome é necessário ver se o mesmo se encontra disponível para registar. Para as redes sociais, caso o nome não esteja disponível, é possível pensar em pequenas variações, tentar que seja o mais exclusivo possivel..

7- Pense no uso do nome no negócio!
Uma boa forma de testar se o nome é bom para o negócio é começar a imaginar o nome em situações práticas. Imagine que está a apresentar-se num encontro de networking, como se vai apresentar? É agradável, de fácil entendimento para as pessoas? Outra situação que pode pensar é na utilização do nome em cartões, banners digitais ou mesmo numa placa da sua marca numa loja ou escritório físicos.


Gostou das dicas? Está a precisar de ajuda para organizar as suas ideias de negócio? 
Contacte-nos!

Dicas para criar um negócio que traga FELICIDADE

Criar um negócio que nos deixe realizadas e felizes é o que todos procuramos. Mas o percurso é cheio de desafios, problemas e possibilidades e muitas vezes ficamos perdidas.

Nem sempre temos o apoio de todos os que estão à nossa volta, a rotina fica complicada e chegamos muitas vezes e perguntamos se será possível ser feliz como empreendedora?

É possível sim, para isso vamos pensar em 3 passos principais criar um negócio que traga felicidade e para isso vamos perguntar:
O que faço bem?

É necessário conhecer-se muito bem! Saber quais são as suas principais habilidades e competências que vai ajudar a definir as áreas em que se imagina a empreender.
O que quero fazer?

Se sabe em que áreas pode se sente à vontade, descobrir o que quer fazer é o segundo passo. Por exemplo, se acha que cozinha bem, então necessita de definir que tipo de alimentação vai oferecer. Também é importante saber se se vê a fazer isso todo dia. Invista no que se imagina a fazer sempre e com prazer.

O que as pessoas me pagariam para fazer?

Ter um negócio e fazer o que ama é possível sim, mas para que isso aconteça é preciso que as pessoas recompensem por essa atividade. Seja a pagar pelo produto ou pela promoção de algum tipo de ganho social, é preciso receber um retorno pelo que se faz. Assim é preciso pensar se existe mercado para o que quer fazer. Afinal, queremos criar um negócio com propósito e merecemos ver o nosso trabalho valorizado.

Roda da Vida – Faça a sua!

A vida de qualquer pessoa é um conjunto de vários componentes, tais como família, o trabalho, o lazer e o descanso. É muito importante procurar manter o equilíbrio em todos estas áreas da vida. 

• Numa folha de papel desenhe a roda desta imagem.
• Avalie os seus êxitos do último ano em cada campo de sua vida numa escala de 1 a 10. 

Depois junte as marcas de seus êxitos numa linha circular.

Obterá a sua «roda da vida» personalizada e, junto dela, a compreensão de onde se deve focar mais para começar a Mudar…

Faça este exercício todos os meses. A «roda da vida» vai girar mais rápido.

NETWORKING – O medo de estabelecer uma conversa com alguém desconhecido!

Na sequência do nosso Evento 1º Sunset Women Coaching Networking – Solidário, no passado dia 05 de Julho…


“NETWORKING – O medo de estabelecer uma conversa com alguém desconhecido!
A maior parte das pessoas faz networking de forma inconsciente e na sua zona de conforto. No entanto, só quando toma consciência do “porquê” de fazer networking é que se apercebe das oportunidades que desperdiçou até ao momento por não se atrever a conhecer pessoas.


Primeiro, defina o “porquê” de fazer o que faz! É a principal fonte de motivação e é a base para conseguir ultrapassar as dificuldades. Os três motivos mais frequentes para fazer networking, são:

– Aumentar o poder para resolver problemas a nível pessoal e profissional
– Desenvolver competências (comunicação e social skills)
– Aumentar a produtividade (através da aprendizagem contínua, acesso à informação relevante, ter ajuda, etc.)

Se isto for importante para si, já tem meio caminho andado. Segundo para conhecer pessoas precisa de estar visível e de estabelecer contacto. Não desperdice as oportunidades que possam surgir ao participar numa formação, em eventos, numa viagem, num convívio, etc.

Falar com alguém desconhecido pode provocar medo sobre o que possam pensar de si ou em ser rejeitado. Para isso, tenho duas coisas para lhe dizer:

– Se está a partilhar o mesmo espaço com essa pessoa é porque, à partida, já têm algo em comum. O principal feedback que terá da sua abordagem depende da sua atitude. Se for positiva e genuína, fará toda a diferença.
– Preocupar-se com o que os outros vão pensar de si é tempo que desperdiça. Ocupe-se em tomar uma iniciativa para criar uma primeira ligação, como pedir uma informação, um conselho ou uma sugestão. A maior parte das pessoas gosta de ajudar ou dar o seu contributo e já tem um ponto de partida para iniciar uma conversa.

Networking não exige investimentos financeiros, mas sim mudanças de hábitos na vida social e profissional. É preciso vencer as resistências e as autodefesas e desenvolver a humildade.”
Esther Liska